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Joinville Jazz › Sobre o Festival

EDIÇÃO 2009

 

PROGRAMAÇÃO palco principal: Teatro Harmonia Lyra

 

Dia 16 de outubro: sexta-feira, às 20h30

* Banda do 62º Batalhão de Infantaria.

* Heloísa Fernandes.

* Toninho Horta e Quarteto Fantasma.

 

Dia 17 de outubro: sábado, às 20h30

* Grupo Sonido.

* Cassio Poletto Hot Club.

* Duofel Plays The Beatles.

 

Dia 18 de outubro: domingo, às 19h30

* Conexão Instrumental Norte-Sul.

* Alexandre Gismonti Trio.

* Soundscape.

 

LOCAL DE VENDA DE INGRESSOS

Ingressos à venda no Nosso Empório (Shopping Mueller), Loja Graves e Agudos (Shopping Cidade das Flores), e bilheteria do Teatro Harmonia Lyra.

Quanto: R$ 30,00 - Estudantes e idosos acima de 65 anos pagam meia-entrada (nesse caso, devem apresentar na entrada o documento que comprove o direito à redução no valor).

 

 

7º Joinville Jazz Festival promove a Conexão Instrumental Norte-Sul e uma releitura da obra dos Beatles

 

7º Joinville Jazz Festival promove a Conexão Instrumental Norte-Sul

e uma releitura da obra dos Beatles

 

      A sétima edição do Joinville Jazz Festival, que será realizada de 16 a 18 de outubro, irá promover uma inédita conexão instrumental entre o Norte e o Sul do Brasil. Uma das atrações irá unir os músicos de Joinville numa apresentação especial com integrantes da Amazônia Jazz Band, grupo que irá ministrar as oficinas em ensaio aberto. O resultado do encontro e desta mescla de experiências e estilos será apresentado no domingo à noite. Além desse intercâmbio cultural, o evento traz grandes talentos da música instrumental brasileira a Joinville, movimenta palcos alternativos e fará uma intervenção musical em pontos inusitados da cidade com o Street Guitar. Outra surpresa será o Duofel Plays The Beatles, num show imperdível.

      O palco principal do evento será o Teatro Harmonia Lyra. A apresentação de abertura terá a tradição da Banda do 62º Batalhão de Infantaria, que marca a história musical de Joinville desde 1918. Sob o comando do maestro, 2º Tenente Carlos, seus 42 componentes, mais uma vez, devem encantar a plateia, com clássicos do jazz. A seguir, sobe ao palco a pianista e compositora Heloísa Fernandes. Em 2001, ela foi uma das cinco finalistas do Prêmio Visa de Música Brasileira, um dos mais relevantes prêmios musicais do país. Heloísa, dona de carreira consolidada nos Estados Unidos, é uma pesquisadora da música popular brasileira, música folclórica e dança, fontes de inspiração para suas composições.

      A versatilidade do violão e guitarra de Toninho Horta, estrela consagrada da música instrumental, irá fechar a primeira noite. Seu virtuosismo impressiona dentro e fora do país. Foi considerado o 5º melhor guitarrista do mundo pela revista londrina Melody Maker, em 1977, e o 7º melhor, em 1988.  Em 2005, teve seu nome incluído numa compilação da Sony/BMG americana entre os 74 guitarristas mais importantes no mundo nos últimos 100 anos, do Blues ao Jazz. Em janeiro deste ano, Toninho Horta foi contemplado pelo Projeto Pixinguinha, da Funarte, com uma premiação que resultou na gravação de CD: "Harmonia e Vozes". Com 23 CDs lançados na bagagem, ele irá se apresentar com o Quarteto Fantasma, formado por André Dequech, teclados, Rudi Berger, violinista, Iuri Popoff, no baixo, e Esdra "Neném" Ferreira, na bateria.

      A plateia poderá embarcar em uma viagem pelos estilos musicais dos países latino-americanos no início da segunda noite, com mais um talento de Santa Catarina, o Grupo Sonido, que vem de Florianópolis. A base do repertório do Sonido vem das pesquisas sobre os ritmos do Brasil, Bolívia, Argentina, Peru e Uruguai. Depois de ir do samba e baião brasileiros, ao chamamé da Argentina, passando pelo festejo, do Peru, e murga do Uruguai, com o Sonido, será a vez do melhor dos clássicos do Gipsy Jazz, com Cassio Poleto Hot Club. Na segunda apresentação de sábado, o violinista e arranjador Cassio irá tocar acompanhado de Ivan Decloedt, contrabaixo acústico, Kiko Moura, violão e Walter Nery, nos violões elétricos.

      Para fechar a noite de sábado, uma atração muito especial: Duofel Plays the Beatles. Após seis anos, o Duofel volta ao Joinville Jazz contemplado pelo voto popular, que colocou a dupla entre as mais votadas dos últimos dois anos. Fernando Melo e Luiz Bueno estarão no Teatro Harmonia Lyra para um show que faz parte do lançamento nacional do CD "Duofel Plays The Beatles". A pedido dos fãs, a interpretação das canções do grupo inglês, pela força da própria música ou pelo instigante e performático arranjo, se tornou obrigatória. Portanto, o trabalho totalmente focado na obra dos Beatles é reflexo do incentivo da plateia e produtores. Na avaliação do jornalista Maurício Kubrusli, mesmo entre as inúmeras versões que existem das canções da banda mais famosa do mundo, Luiz Bueno e Fernando Melo conseguiram ser originais e surpreendentes.

      O desejo do Instituto Joinville Jazz de mesclar culturas e experiências musicais culmina com o encontro que abre a última noite: a Conexão Instrumental Norte-Sul, formada por cinco integrantes da Amazonas Jazz Band, de Belém do Pará, e participantes locais das oficinas. "›uscamos, desde o início, esta integração, entre músicos experientes e aqueles interessados em aprimorar os conhecimentos. E aqui está: a apresentação será um efeito direto daquilo que foi trabalhado nas oficinas", explica o curador do evento, Luiz Bueno. Para o presidente do Instituto, Carlos Adauto Virmond Vieira, esta integração demonstra a maturidade do evento: "Através das oficinas, nosso foco sempre foi fomentar, integrar e estimular a formação de grupos em Santa Catarina, alargando os horizontes dos músicos catarinenses de talento. Desde a primeira edição em 2003, o Joinville Jazz provocou uma profunda transformação na cena musical do estado, e a conexão Norte-Sul será uma verdadeira coroação pelo êxito do projeto".

      Quem já teve oportunidade de se impressionar com o grande compositor e multiinstrumentista Egberto Gismonti, no Joinville Jazz Festival de 2006, e com sua filha, Bianca Gismonti, no Duo Gisbranco, em 2005, agora poderá conferir o talento do outro filho de Egberto, Alexandre Gismonti, na segunda apresentação da última noite. Graduado em música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Alexandre vem desenvolvendo sua própria e vasta linguagem musical, que remete ao universo sonoro do choro, da valsa e do maxixe, e apresenta, especialmente, um forte sotaque nordestino, do baião e do forró. O interesse por expressões musicais diversas, tais como o flamenco e o jazz, proporciona o enriquecimento do seu trabalho, seja como intérprete ou compositor. Alexandre Gismonti Trio, formado por Mayo Pamplona, no contrabaixo, e Felipe Cotta, na percussão, apresenta um repertório que vai de releituras de clássicos da música brasileira à sua própria linguagem composicional.

      Um grupo brasileiro influenciado pelos grandes mestres do jazz irá encerrar as apresentações, no domingo: o Soundscape Big Band. Para manter a afinidade e dedicação às "big bands", são mantidos no repertório arranjos e composições de ampla sonoridade e textura do jazz contemporâneo. A Soundscape se apresentou ininterruptamente durante oito anos no Clube Blen Blen Brasil, em São Paulo, onde cativou e consolidou uma geração de ouvintes. Com dois CDs gravados, sua música já percorreu os mais importantes palcos do Brasil e promete empolgar o público da Lyra no encerrando da sétima edição.

      Além de toda a movimentação no palco principal, o 7º Joinville Jazz Festival inclui os palcos alternativos gratuitos, uma intervenção musical nas ruas e o Clubinho do Jazz em Aula Magna. No sábado (17), na Estação da Música, serão promovidas duas apresentações. A partir das 10h30, teremos talentos da casa, a Orquestra Sociesc, com a maestrina Fabricia Piva, e, após, a Amazônia Jazz Band, que traz um repertório exclusivo, de Belém do Pará. Mais tarde, às 13 horas, haverá o Chorinho no Mercado, trazendo Renato Anesi Duo, com Thomas Howard, numa apresentação na qual serão exploradas as diversidades de timbres do violão ao bandolim.

      Além dos Palcos Alternativos gratuitos, o 7º Joinville Jazz Festival irá se aproximar do público de maneira inusitada, levando a diferentes locais do centro da cidade o Street Guitar, nos dias 16 e 17 de outubro. Trata-se da performance musical do guitarrista Rafael Pio, que irá interagir com as pessoas e chamar para este evento, que privilegia o instrumentista brasileiro. Rafael estará em pontos surpresa, combinando a música instrumental com performances de arte circense, suas principais influências.

      Nesta edição, o Clubinho do Jazz será com o pianista e multiinstrumentista André Mehmari, que irá ministrar uma Aula Magna gratuita para a garotada de 9 a 12 anos, mas que é aberta ao público em geral. O Clubinho será realizado no Anfiteatro da Escola do Teatro do Balé Bolshoi do Brasil, graças a uma parceria da instituição com o Instituto Joinville Jazz. Mehmari é um dos mais premiados pianistas da atualidade e foi uma das estrelas do festival no ano passado. Neste ano ele irá dividir seus profundos conhecimentos de música com o público infantil, despertando a curiosidade dos alunos para o mundo da harmonia musical.

      O 7º Joinville Jazz Festival conta com o patrocínio do Funcultural, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte de Santa Catarina. E para democratizar o acesso do público também ao palco principal do evento, o Instituto Joinville Jazz resolveu baixar o preço dos ingressos em relação às edições anteriores para apenas R$ 30,00 a inteira e R$ 15,00 a meia-entrada. O ingresso dá direito a assistir três apresentações por noite do melhor da música instrumental brasileira.

     

      Serviço:

      O que: 7º Joinville Jazz Festival

      Quando: de 16 a 18 de outubro.

      Onde: Teatro Harmonia Lyra.

Como: Ingressos à venda a partir do dia 8 de outubro, no Nosso Empório (Shopping Mueller), Loja Graves e Agudos (Shopping Cidade das Flores), e bilheteria do Teatro Harmonia Lyra.

Quanto: R$ 30,00 - Estudantes e idosos acima de 65 anos pagam meia-entrada (nesse caso, devem apresentar na entrada o documento que comprove o direito à redução no valor).

 

 

A 7ª EDIÇÃO FECHA O PRIMEIRO CICLO DO FESTIVAL

 

      Com a sétima edição, o Joinville Jazz Festival fecha o primeiro ciclo de sua existência. Capitaneado por Carlos Adauto Virmond e Luiz Bueno, com o apoio incondicional de Norberto Sganzerla, o Joinville Jazz Festival se manteve fiel a conceitos e critérios bem definidos, no sentido de disseminar a música instrumental em Joinville e por todo o estado de Santa Catarina.

      Dentro desses critérios, o evento adotou sete princípios:

1- Não repetir nenhuma atração no período de cinco anos, tempo necessário para se formar um painel com toda a diversidade de estilos e formações musicais, educando os ouvidos e formando platéia.

2- Abrir espaço para os músicos joinvilenses e catarinenses, através do intercâmbio com grandes artistas da música instrumental nacional e internacional.

3- Proporcionar o intercâmbio na formação dos músicos locais através das oficinas.

4- Tornar Joinville um pólo de exportação de músicos para outros centros.

5- Proporcionar a iniciação de crianças na música instrumental.

6- Reforçar a presença da mulher na música instrumental.

7- Desenvolver a cadeia produtiva da música em geral.

      Após o sucesso das duas primeiras edições, os idealizadores do projeto criaram o Instituto Joinville Jazz Festival, que se manteve fiel aos princípios do projeto cultural e alcançou todas as metas propostas. Agora, com a sétima edição, o evento se consagrou como um dentre os cinco melhores festivais de música instrumental do Brasil e foi destaque no Edital Petrobrás de Festivais de Música de 2007. A Yamaha Musical do Brasil destacou o Joinville Jazz Festival como um dos três festivais de música instrumental de todo o país a obter seu apoio. A empresa cede ao evento um C7, que é consagrado como um dos melhores pianos do mundo, por conta do elevado padrão da programação musical apresentada. Mais de 300 músicos já passaram pelos palcos principais, alternativos e oficinas do Joinville Jazz. Só neste ano participarão 139 músicos brasileiros do festival, sendo 78 pratas da casa, aqui de Joinville.

      Depois de sete anos de Joinville Jazz Festival, a cidade se tornou passagem obrigatória para grandes shows de todas as vertentes da música, em teatros, bares e casas noturnas. O Festival transformou Joinville em sinônimo de JAZZ.

 

 

PROGRAMAÇÃO palco principal: Teatro Harmonia Lyra

 

Dia 16 de outubro: sexta-feira, às 20h30

* Banda do 62º Batalhão de Infantaria.

* Heloísa Fernandes.

* Toninho Horta e Quarteto Fantasma.

 

Dia 17 de outubro: sábado, às 20h30

* Grupo Sonido.

* Cassio Poletto Hot Club.

* Duofel Plays The Beatles.

 

Dia 18 de outubro: domingo, às 19h30

* Conexão Instrumental Norte-Sul.

* Alexandre Gismonti Trio.

* Soundscape.

 

 

O Joinville Jazz Festival

A criação do Joinville Jazz Festival, evento exclusivamente de música instrumental, foi uma atitude ousada, baseada na certeza de que Joinville (e Santa Catarina) já teria maturidade cultural suficiente para sediar um evento desta natureza. A comprovação disso ocorreu já no primeiro dia do festival, em 2003, quando o teatro ficou lotado para prestigiar o grupo local e o multiinstrumentista Hermeto Pascoal. Nos anos seguintes, o evento continuou com a presença de grandes nomes e na quarta edição se consagrou reunindo estrelas como Wagner Tiso, Naná Vasconcelos e Egberto Gismonti.

 

Egberto Gismonti foi a estrela da Noite de Gala do Joinville Jazz Festival 2006

 

O Joinville Jazz Festival é configurado por Shows Principais, Palcos Alternativos (sendo um deles o "Chorinho" no Mercado Municipal), Oficinas, Clubinho do Jazz e Jam Sessions. O Joinville Jazz Festival já integra o calendário cultural oficial de Santa Catarina. Como se trata de um evento exclusivamente de música instrumental, seu foco principal é didático. Portanto, as oficinas gratuitas (workshops) são o verdadeiro diferencial do evento, aproximando e promovendo a interação entre músicos renomados e iniciantes. Nelas, os músicos locais têm a chance de se aproximar de seus ídolos, se desenvolvendo musicalmente e criando oportunidades para contatos e parcerias futuras. Em 2006, a enorme demanda gerou concorridas listas de espera para as oficinas gratuitas, devido ao número limitado de vagas (20 por oficina) e o grande interesse dos artistas locais.

 

No aspecto econômico, o evento também apresenta relevância, pela criação de empregos diretos e indiretos, pela movimentação de hotéis, bares e restaurantes, incentivando o turismo cultural, atraindo público de diversas cidades: Florianópolis, Curitiba, Porto Alegre, São Paulo, Jaraguá do Sul, Itajaí, Blumenau, Balneário Camboriú, entre muitas outras.

 

Mais um aspecto ímpar do Joinville Jazz Festival é sua incisiva contribuição na formação de platéia. Grande parte do público das apresentações principais é atraída pelos Palcos Alternativos gratuitos, nos shoppings e praças da cidade. Vale destacar que as atrações "alternativas" são também músicos e grupos consagrados no cenário nacional, levando música de muita qualidade para pessoas das mais diferentes idades e classes sociais, que ainda não tinham tido a chance de apreciar um espetáculo do gênero. Por isso, são escolhidos locais de grande circulação de pessoas para a realização dessas apresentações gratuitas, educando e formando platéia para a música instrumental brasileira.

 

 

Espaço para novos talentos

A cada edição o festival dá a oportunidade para que cinco músicos locais tenham um espaço destacado no evento, os convidando para compor a "Joinville All Star Band", cuja formação se renova a cada ano. Em regra, os músicos são escolhidos através de suas participações nas oficinas ou nas jam sessions, quando expõem seu talento para a curadoria do festival.

 

Músicos locais na apresentação da Joinville All Star Band, em 2006

           





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