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2008 - 6o Joinville Jazz Festival

 

ATRAÇÕES DA 1ª NOITE: 14 de novembro

20h30: Cláudio Moraes e Em Cima da Hora

23 horas: Talk show com Zuza Homem de Mello acompanhado da Joinville All Star Band.

00h30: Grande show da Rio Jazz Orquestra, com seus 20 integrantes.

20h30: Cláudio Moraes e Em Cima da Hora

Cláudio Moraes, Ozias Gonçalves, Beto Batera e Marília Giller

Cláudio Moraes

É saxofonista diplomado pela Escola de Jazz de Montreux (Suíça), onde morou de 1993 a 2000. Tem no currículo a participação em workshops com Roberto Sion, Mário Sève, Nailor Proveta, Vinícius Dorin e Michael Brecker. No ano de 2003, esteve em turnê pelo Estado de Santa Catarina com o artista Juca Chaves; e participou como instrumentista do musical joinvilense De Chiquinha a Chico, de Fabrícia Piva. Integrou a Tem Tutano Banda de Rua, trabalhando na divulgação do 8º e 9º Festivais de Música de Itajaí (2005 e 2006) e abrindo o show do Zimbo Trio, no Joinville Jazz Festival de 2006.

Em agosto e setembro de 2007, integrou o grupo Pé de Crioula, a convite da cantora Ana Paula da Silva, num projeto didático musical de samba e choro em Joinville/SC. Como instrumentista do Aqueletrio - Música Instrumental, (www.aqueletrio.blogspot.com), teve importantes atuações, dentre as quais destacam-se a participação ao vivo no programa Acústico 89, da Rádio 89 FM, de São Bento do Sul em 2006 e a participação na gravação do CD Acústico 89 com composição própria, com lançamento previsto até o final de 2008  (http://acustico89.blogspot.com). Também merece destaque o show realizado no Teatro da Reitoria da UFPR (Curitiba/PR), em julho/2007; a participação no evento Café.com Espresso Musical - 2ª edição, no Yucatán.Co (São Bento do Sul/SC - setembro/2007); a realização de um espetáculo no projeto Concertos Matinais, e a abertura do 5º Joinville Jazz Festival.

Atualmente é integrante do Grupo de Choro Chá de Cevada (www.chadecevada.blogspot.com), que tem o projeto Hora do Choro, aprovado em lei municipal de incentivo à cultura (SIMDEC - Jlle). Leciona flauta transversa e saxofone na Escola de Música Donaldo Ritzmann, em São Bento do Sul (SC), e ainda promove a Oficina de Saxofone na Escola de Música Villa Lobos da Casa da Cultura de Joinville.

Ozias Gonçalves

Contrabaixista, na década de 60 começou seus estudos no Museu da Imagem e do Som, no Rio de Janeiro. Em 1976, fixou residência em Paris, onde estudou na Scholla Cantorum. Gravou diversos LPs para a CBS, participou de programas de rádios e televisão, trilha sonora de filmes, tele filmes e tournées pelo mundo. Em meados dos anos 80, gravou Quem Viver Chorará, com o compositor e cantor Raimundo Fagner, trabalho com o qual fez tournée no Brasil, França e Espanha.

Depois veio a gravação de Traduzir, também com Fagner e diversos artistas espanhóis; e Descendo a Rua, com apresentações no Rio de Janeiro, em Paris e Montreux (Suíça). Na Suíça, trabalhou com Humberto Consentino, fazendo apresentações pelo país e na Alemanha, França e Itália, com o espetáculo Tanguerias e Milongas. Seu currículo ainda contempla o trabalho de 15 anos com Artigiani - Música instrumental, de Matteo Mengoni, e a participação na orquestra de 42 músicos na criação da ópera moderna Die Grille, de Claude Bowald, com quem atuou também em trio por alguns anos.

Em 2007, já em Joinville, integrou o Aqueletrio Música Instrumental, grupo com o qual se apresentou na Abertura da 69ª Festa das Flores, nos Concertos Matinais da Fundação Cultural e na abertura do 5º Joinville Jazz Festival. Em 2008, desenvolveu atividades com o compositor e pianista Sidney Mattos, com apresentações em escolas, Sesc e casas noturnas do Rio de Janeiro, em comemoração aos 50 anos da Bossa Nova.

Beto Batera

Adalberto Guilherme da Silva, o Beto Batera, é baterista autodidata, conhecido das noites joinvilenses. De 1983 a 1986, morando em São Paulo, era músico permanente da casa noturna República do Samba, onde tocou ao lado de muitos expoentes nacionais do gênero. Já em Joinville, ainda na década de 80 teve o prazer de fazer parte da Orquestra de alunos da Escola de Música Villa Lobos, da Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior, sob a regência do saudoso maestro húngaro Tibor Reisner.

Mais recentemente, nos bares e casas noturnas da cidade, tocou ao lado de Edson Sant'Anna (piano), Jeferson Lescowich (baixo) e da cantora de jazz Lily, no Influência do Jazz, grupo com o qual fez a abertura do Joinville Jazz Festival, em 2005. Participou de Jam Sessions do Festival e reconhece o privilégio de tocar ao lado de muitos músicos de renome. Ainda em 2005, fez parte de uma das formações do Grupo Maraca, grupo de música instrumental brasileira, de composições próprias. Sempre está integrado a apresentações como músico convidado, em Joinville e região.

Marilia Giller

Marília Giller é pianista, compositora, arranjadora, produtora, professora e artista plástica e pesquisadora. Nasceu em Capinzal (SC), em 1964. Em 1972, iniciou os estudos do piano erudito com a professora Albertina Ming, em Campinas (SP). Em 1974, com a professora Josélia Machado, Curitiba (PR), iniciou o estudo da música popular brasileira. Em 1978, tem os primeiros contatos com o rock progressivo motivou-se a compor. Continuou os estudos clássicos, no Conservatório Carlos Gomes, em 1980. Em 1990, estudou Jazz-piano com o professor Thierry Lang, em Montreux.

Há 25 anos apresenta-se em teatros, shows, festivais, eventos e bares do Brasil e Europa. Seu estilo musical é o Jazz-fusion com atmosferas brasileiras. Merece destaque sua participação no grupo Sotak, no Free Som -prévia do Free Jazz Festival de São Paulo (1990); Festival de Jazz 0ff de Montreux (1991-93-94); Festival de Jazz de Fribourg (1992); Prêmio 'Saul Trumpet' CD Manha (1997); e CD Ozônio (1998), Artista Revelação 2006, na revista Jazz Mais (2006).

Desde 2007 circula com o show Tributo ao Piano Brasileiro nos palcos paranaenses. Com seu Quinteto Fusion desenvolve o projeto "Teoria da Situação", onde propõe integrar elementos sonoros às concepções plásticas de sua última fase. Em janeiro de 2008, estreou o show Tecido de Metas, iniciando os shows que marcam os 25 anos de sua carreira.

Com Especialização em Música Popular Brasileira (FAP-2005), bacharelado em Música Popular (FAP-2007) e bacharelado em Belas Artes-Pintura (EMBAP-1984), atua como pesquisadora e coordenadora do MUSIN - Museu Independente do Som Paranaense e do Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Artes da Faculdade de Artes do Paraná - FAP. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Música Popular, atuando principalmente nos seguintes temas: piano popular, jazz, composição, performance, estética e história. Administra oficinas de piano popular, jazz e improvisação, nas faculdades de artes e em escolas de música do Brasil

23 horas: Talk show "The Jazz History", com Zuza Homem de Mello, acompanhado da Joinville All Star Band

Zuza Homem de Mello nasceu em São Paulo, em 1933. Atuando como baixista profissional na cidade, em 1955 abandona o curso de engenharia para dedicar-se à música. No ano seguinte, inicia-se no jornalismo, assinando uma coluna de jazz semanal para a Folha da Noite. Em 1957, freqüenta a School of Jazz, em Tanglewood, EUA, onde teve aulas com Ray Brown, estudando musicologia na Juilliard School of Music, de Nova York logo depois. De volta ao Brasil, em 1959, Zuza ingressa na TV Record, permanecendo por cerca de dez anos como engenheiro de som de programas musicais e dos festivais da Record, além de booker na contratação de atrações internacionais.

Entre 1977 e 1988, concentra suas atividades no rádio e na imprensa: produz e apresenta o premiado Programa do Zuza, na Rádio Jovem Pan AM; faz crítica de música popular para O Estado de S. Paulo; escreve para diversas revistas e coordena a Enciclopédia da música brasileira. Desde 1958, realiza palestras e cursos sobre Música Popular Brasileira e Jazz no Brasil e no exterior, tendo sido também jurado dos mais importantes festivais de música no Brasil.

Como produtor e diretor artístico nos anos 70, dirigiu a série de shows O Fino da Música, no Anhembi, São Paulo. Nos anos 80, dirigiu os três Festivais de Verão do Guarujá e produz a tournée de Milton Nascimento ao Japão (1988); nos anos 90 assumiu a direção geral das três edições do Festival Carrefour. Na televisão, apresentou a série "Jazz Brasil" pela TV Cultura e na área fonográfica produz discos de Jacob do Bandolim, Orlando Silva, Severino Araújo, Fafá Lemos & Carolina C. de Meneses, Elis Regina entre outros.

Foi diretor musical do Baretto entre 2001 e 2004. Em 2005, produziu as vinhetas da rádio Band News FM e no ano seguinte da TV Band News. Foi curador da série de MPB no Café Filosófico da CPFL, em Campinas, em 2006 e 2007, da série Telefônica Open Jazz, desde 2007, e do projeto Itaúbrasil, dos 50 anos da Bossa Nova, em 2008.

Jornalista convidado para os mais representativos festivais de jazz do globo, Zuza integrou a equipe dos dois Festivais de Jazz de São Paulo (1978 e 80), sendo curador do Free Jazz Festival desde sua primeira edição, em 1985, e depois do seu sucessor, Tim Festival. Foi presidente da Associação dos Pesquisadores da MPB e publicou os livros Música popular brasileira cantada e contada (Melhoramentos, 1976), A canção no tempo, dois volumes em co-autoria com Jairo Severiano (Editora 34, 1997-98), João Gilberto (Publifolha, 2001), A Era dos Festivais (Editora 34, 2003), Música nas veias (Editora 34, 2007) e Eis aqui os Bossa Nova (Editora Martins Fontes, 2008).

23 horas: Joinville All Star Band, acompanhando o talk show de Zuza Homem de Mello

Desde a quarta edição do Joinville Jazz Festival, foi criada a Joinville All Star Band, com o objetivo de valorizar o músico local e fomentar o intercâmbio entre os diversos grupos, que naturalmente se formam em torno de algum estilo musical. Esses contatos podem facilitar o caminho que precisa ser percorrido por aqueles que têm na música seu objetivo profissional de vida.

Nesta edição, a curadoria criou uma nova cena entre os festivais de jazz, transformando a primeira noite em uma volta ao passado, trazendo o jazz desde seu surgimento. Zuza Homem de Mello contará a história do Jazz e terá o apoio da Joinville All Star Band para ilustrar cada fase abordada na palestra.

Samuel do Trompete, músico do 62° Batalhão de Infantaria, vem se destacando desde a primeira edição do festival, tanto pelas participações no palco como também ao freqüentar as oficinas. Samuel foi escolhido para arregimentar e liderar a Joinville All Star Band, que será formada pelos músicos: Samuel do Trompete, Sidnei, Gledison, Ernest, Sergio Albach, Vieira, Michel, Paulinho e Jean. Com exceção de Sergio Albach, de Curitiba, todos os músicos estão se desenvolvendo no estilo jazz em Joinville.

Soma-se ainda a este belíssimo grupo, um convidado mais que especial vindo de Florianópolis, Dudu do Banjo. No passado, Dudu tocou na mesma banda de Zuza Homem de Mello, e não se vêem há muitos anos. Os arranjos para esta empreitada foram cedidos gentilmente por Luiz Torres, fundador da Shinning Brass Band, de São Paulo, bem como, Edu Negrão, que escreveu especialmente para Joinville All Star Band um arranjo para a música Cantalouppe.

00h30: grande show da Rio Jazz Orchestra, sob a batuta do maestro Marcos Szpilman com seus 20 integrantes.

A Rio Jazz Orchestra é uma formação do tipo Big-band  e há algumas décadas  se dedica na execução do melhor que existe da música brasileira, nos seus estilos mais conhecidos, e da  internacional: jazz, latina, pop, fusion  e latin-jazz. Também toca para o público dançar.

O mais especial dessa orquestra, além de seu currículo de eventos, como festivais de jazz nacionais e internacionais,  e também apresentações temáticas, é o seu acervo  de mais de 1500 arranjos dos mais premiados arranjadores brasileiros: Maestro Cipó, Alberto Arantes, Maestro Carioca, Guio de Moraes, Paulo Moura. Também conta com arranjadores internacionais, tais como Quincy Jones, Frank Mantooth, Rob MacConnell, Sammy Nestico, Henri Mancini, Gil Evans, Bob Mintzer, Francy Boland, Thad Jones, etc.

A orquestra vem renovando seu acervo com muita freqüência, permitindo também a execução de programas recentes. Porém, a riqueza harmônica de estilos desde 1920 faz parte de seu repertório. O impacto de suas apresentações permite um raro espetáculo.

ATRAÇÕES DA 2ª NOITE: 15 de novembro

20h30: Dedo de Prosa e Cassio Moura.

21h40: Juarez Moreira e Nivaldo Ornelas

22h50: Raul de Souza e Grupo.

20h30: Dedo de Prosa e Cassio Moura.

Judson, Gledison, Carlos e Michel Falcão

O Dedo de Prosa surgiu no começo de 2008 com o objetivo do aperfeiçoamento da improvisação na liguagem instrumental. Judson, Gledison e Carlos lecionavam música no Conservátorio Belas Artes e foram incentivados por Cassio Moura, que tambem sendo professor os incentivou a se dedicarem ao estilo livre do jazz.

Em 2007, durante as jam sessions da 5ª edição do Joinville Jazz Festival, conheceram aquele que seria o quarto elemento do quarteto Dedo de Prosa, Michel Falcão. Hoje, com menos de um ano de existência, além de arranjos standarts da MPB e do Jazz, já criam suas próprias composições.

Judson Teixeira

Esse guitarrista e violonista mineiro iniciou seus estudos de forma autodidata aos 11 anos, formalizando em seguida seus conhecimentos no Conservatório Municipal de São João Del Rei (MG), onde cursou Violão Clássico e Teoria Musical.

Passou então a atuar como músico e professor na região. Aos 19 anos, já em Santa Catarina, ingressou como professor, no Conservatório Belas Artes de Joinville, onde ministrou várias oficinas e workshops dentro e fora da escola. Teve como principal mestre o guitarrista e produtor Cássio Moura, com quem se formou em harmonia e improvisação, dedicando-se então ao Jazz e Música Brasileira como principal linguagem. Acompanhou grandes músicos do cenário musical catarinense em workshops e Jam Sessions, entre eles Cássio Moura, Arnou de Mello, Jefferson Lescowith, Jorginho do Trompete e Mauro Borghesan.

Atualmente, é responsável pela guitarra no quarteto Dedo de Prosa, dedicando-se também como professor de harmonia e improvisação, guitarra, violão, teoria musical e prática de banda. Considera-se um eterno aprendiz no que diz respeito à infinita e preciosa linguagem musical.

Gledison Zabote

Nascido em Joinville, Gledison Zabote começou seu contato com o mundo musical muito cedo aprendendo noções de bateria e violão. Tempos depois descobriu o saxofone, estudando com Cláudio Moraes, e  descobriu o gosto pela musica brasileira e o jazz.

Participou de várias oficinas e workshops com grande músicos de destaque nacional, como Roberto Sion, Marcelo Martins, Vitor Alcântara, Lupa Santiago, Carlos Ezequiel, Mario Seve, Nelson Faria, Conrado Paulino , Vinicius Dorin e Lea Freire. Aprofundou seus estudos de Harmonia e Improvisação com Cassio Moura, que proporcionou varias experiências musicais.

Atualmente, é musico da banda do 62º BI e integrante do Quarteto Dedo de Prosa, que tem como principal foco o aperfeiçoamento da improvisação na linguagem instrumental.

Carlos Floriani

O baterista Carlos Floriani é natural de Joinville (SC). Músico autodidata, iniciou sua carreira musical no violão, passando em seguida a descobrir e a estudar instrumentos percussivos, conseguindo muito destaque no cenário musical joinvillense como baterista. Obteve várias experiências gravando em estúdios e tocando em  bandas, como Cidadão do Bem e Patmus (gospel nacional).

Tempos depois, descobriu o gosto pela música instrumental brasileira e o jazz como linguagem. Passou a dar maior ênfase aos estudos e pôde extrair valiosas lições e experiências com renomados bateristas brasileiros, como Edu Ribeiro e Carlos Ezequiel, considerados mestres no assunto.

Participou de vários workshops e oficinas com: Edu Ribeiro, Carlos Ezequiel, Vitor Alcântara, Endrigo Bettega, Claudio Infante,  Maurício Leite, Celso Pixinga, Lauro Lélis, Arthur Maia, Serginho Carvalho, entre outros. Hoje, leciona bateria no Conservatório Belas Artes de Joinville e é baterista do Quarteto Dedo de Prosa.

Michel Falcão

O brasiliense Michel Falcão é baixista. Por ter crescido em um ambiente musical, Michel descobriu o Jazz e a música instrumental logo cedo, tendo como suas principais referências os baixistas Jaco Pastorius e Arthur Maia. Em 2007, mudou-se para Joinville, e atua como professor de música e como músico, no Madruga Stúdio, alem de integrar o Quarteto Dedo de Prosa, Madruga Trio e contribuir em outros grupos.

Cassio Moura - convidado do Dedo de Prosa

O violonista e guitarrista Cassio Moura nasceu em São Paulo(SP), em 1963, mas está radicado em Florianópolis (SC) desde 1973. Aos 15 anos, começou a estudar violão clássico, desenvolvendo também o gosto pela MPB e Bossa Nova. Aos 18, descobriu a música instrumental e o jazz como linguagem. Passou a atuar profissionalmente em 1990.

Em 1994, foi para Hollywood, Los Angeles (EUA). Por lá, matriculou-se no Musicians Institute onde concluiu o programa de um ano do Guitar Institute of Technology, GIT, e acabou conquistando o prêmio "The Most Improved Student" 1994/1995. Em San Diego, trabalhou durante um ano, tocando e gravando com grupos locais. Durante este período, adquiriu muitos conhecimentos e acumulou grandes experiências musicais.

Em 1996, retornou para Florianópolis, aonde vem atuando intensamente desde então. Trabalha em seu Estúdio Carajazz, produzindo, dirigindo e tocando em gravações e shows de artistas locais. Apresenta-se regularmente em diversas casas noturnas da capital e do Estado, além de dedicar-se como professor de harmonia e improvisação, teoria musical, violão e guitarra, no Conservatório de Música Popular de Itajaí, Conservatório de Belas Artes de Joinville, e em aulas particulares. Também está trabalhando na composição e pré-produção do material de seu primeiro CD individual.

21h40: Juarez Moreira e Nivaldo Ornelas

Um grande encontro da música instrumental mineira com dois de seus maiores e mais famosos expoentes. Juarez Moreira e Nivaldo Ornelas vão mostrar parte do trabalho que gravaram juntos em Aquarelas - A Música de Ary Barroso, considerado o melhor disco do ano pelo jornal O Globo, além de composições autorais de seus inúmeros discos. Juarez e Nivaldo são músicos que já alcançaram sucesso no exterior. Além de apresentações pelo Brasil, ambos têm se apresentado em diversos países.

Moreira esteve recentemente na Itália, nos EUA, na Argentina e na Venezuela. Ornelas acabou de lançar o CD Viagem em Direção ao Oco do Toco. Eles serão acompanhados pelos músicos Esdra Ferreira - Neném, na bateria, e Kiko Mitre, no baixo.

Juarez Moreira

Juarez Moreira, violonista, guitarrista, compositor e arranjador mineiro, começou a tocar guitarra aos 12 anos. Em 1978, iniciou sua carreira profissional tocando com o aclamado pianista Di Bari. Ao longo dos anos, se apresentou ao lado de grandes nomes da música brasileira, como Milton Nascimento, Maria Bethânia, Lô Borges, Toninho Horta e Paulo Moura.

                Balada, bossa nova, choro e o chamado jazz brasileiro estão personificados nos tons dados pela guitarra e violão de Juarez Moreira.  Nos últimos anos, ele tem se apresentado em diversos países como Estados Unidos, França, Venezuela, Portugal, Itália, Argentina, Venezuela e Finlândia, com shows e masterclasses.

                 Juarez tem oito CD's gravados: Nuvens Douradas (música de Tom Jobim), Aquarelas (música de Ary Barroso, com o saxofonista Nivaldo Ornelas e orquestra de câmara), Bom Dia, Quadros Modernos (com os violonistas brasileiros Toninho Horta e Chiquito Braga), Solo, Samblues, Juarez Moreira & Badi Assad, e seu mais recente lançamento Juá, totalmente autoral. Seu primeiro CD Bom Dia (Good Morning) foi lançado, em 1998, pela gravadora americana Malandro Records.

                Recebeu a seguinte declaração de Milton Nascimento: "Juarez Moreira é um dos melhores guitarristas de todos os tempos de minha terra Minas Gerais. Ao contrário de muitos, ele tem um misto de todos elementos musicais do Brasil, magistralmente interpretados e também é um grande compositor. Já trabalhou acompanhando outros, inclusive a mim, e seus trabalhos solos nos levam a belas viagens paradisíacas. Mais um valor brasileiro a ser lançado para o mundo. Isto me enche de alegria."

Nivaldo Ornelas

Saxofonista, flautista, compositor e arranjador. Foi um dos fundadores do Berimbau Jazz Clube, ponto de encontro dos músicos mineiros no final dos anos 60. Logo depois, participou do Clube da Esquina. Fez diversas turnês internacionais e ministrou worshops e oficinas de sopros no I Encontro Internacional de Saxofonistas (SP), em Recife, Belo Horizonte, Brasília, Jundiaí, no Rio de Janeiro e na Bahia. A arte de Nivaldo Ornelas abrange também composições para cinema, teatro e balé. Entre os prêmios que recebeu destacam-se: o de Melhor Trilha sonora para a peça O Encontro Marcado, de Fernando Sabino (1982), e o de melhor música original para o filme A Dança dos Bonecos, de Helvécio Ratton (1984).

Ornelas possui uma extensa discografia, destacando: Portal dos Anjos - Troféu Villa-Lobos (1978); Viagem Através de um Sonho - Troféu Chiquinha Gonzaga (1981); À Tarde (Syracuse, França, 1982); Som/Fantasia (com Marcos Resende - editado também em Portugal, 1984, 1986); Planeta Terra (IBM, 1989); Colheita do Trigo (Chorus, 1990); Projeto Brasil Musical (4 Cds - Tom Brasil, 1993,1994,1995,1999); As Canções de Milton Nascimento (com Ricardo Leão, Vison,1995); Aquarelas - A Música de Ary Barroso (com Juarez Moreira, 1996); Arredores - Prêmio Sharp (1999), na categoria de Melhor Disco Instrumental, Reciclagem - Nivaldo Ornelas ao Vivo (Tetra Pak, 1999), Fogo e Ouro (Anglo Gold, 2004) e Viagem em Direção ao Oco do Toco (Carta Fabril, 2006).

Atualmente, Ornelas trabalha com importantes orquestras do Brasil como arranjador e solista convidado.

22h50: Raul de Souza e Grupo

João José Pereira de Souza nasceu em Campo Grande, subúrbio carioca, e cresceu em Bangu. Aprendeu pandeiro, bumbo, caixa e prato. Aos 16 anos de idade já tocava tuba na banda da Fábrica de Tecidos Bangu. Foi na banda da fábrica que teve seu primeiro contato com o trombone, e logo em seguida estaria atacando nas gafieiras cariocas, já com o nome artístico de Raul de Souza, estabelecido por Ary Barroso em seu programa de calouros. Em 1957, Raul gravou pela primeira vez, com Altamiro Carrilho e a turma da Gafieira, que incluía o baterista Edson Machado, o violonista Baden Powell, o sax tenor Zé Bodega e o acordeon de Sivuca. No fim do mesmo ano, dividiu com o saxofonista Case o título de melhor músico do ano, prêmio oferecido pelo crítico Paulo Santos em seu programa de jazz na Rádio M.E.C. do Rio de Janeiro.

Mesmo com o sucesso dessa primeira gravação e das participações que se seguiram, as dificuldades do mercado de trabalho, impossibilitavam a sobrevivência de Raul como músico profissional e o levaram a ingressar na Força Aérea Brasileira, onde permaneceu de 1958 a 1963, em Curitiba, como responsável pela organização da banda da corporação. Durante esse tempo, trocou muitas vezes o trombone pelo bombardino, na banda, e pelo contrabaixo, em casas noturnas do local. Finalmente, decidiu trocar a segurança da vida de caserna pelas alegrias e incertezas que sempre acompanham a dedicação integral à música. Após se desligar da FAB, trabalhou em orquestras de baile e cases noturnas de São Paulo, com Sérgio Mendes. De volta ao Rio de Janeiro, participou da gravação do LP de Sérgio Mendes (grupo Bossa Rio) e passou a tocar na Orquestra Carioca da Rádio Mayrink Veiga. Com Sérgio Mendes, excursionou pela Europa durante um mês e meio.

Em 1965, Raul gravou À Vontade Mesmo, seu primeiro LP como solista, que tem a participação do baterista Airto Moreira. Em seguida, volta à Europa acompanhando o pianista Luís Carlos Vinhas. Permaneceu  em Paris por um ano, trabalhando na boate Elephant Blanc e outras casas noturnas, inclusive o famoso clube de jazz Blue Note. Nessa temporada parisiense e nos quatro meses seguintes, como contratado do Casino de Monte Carlo, teve a oportunidade de tocar com grandes nomes de jazz, como o baterista Keny Clarke, um dos pais do bop. Na volta, trouxe seu primeiro trombone de vara, que passaria a ser seu instrumento favorito. De novo no Brasil, trabalhou por nove meses como integrante do RC-7, conjunto reunido por ele para acompanhar o cantor Roberto Carlos. Em 1968, monta o grupo instrumental Impacto 8, com o qual grava mais um disco. Um ano depois partiu para o México como integrante do grupo SamBrasil. Em 1973, foi convidado para uma turnê pelos EUA com Flora Purim e Airto Moreira.

Ainda em 1973, Airto produz Colors, o primeiro LP americano de Raul de Souza, pelo selo Milestone, que tem arranjos do grande trombonista J.J.Johnson, participação do baterista Jack De Jonette e do saxofonista Cannonball Adderley. Este disco alavanca uma série de convites para participação de Raul em outras gravações (com Sonny Rollins, Caldera e outros) e leva Raul à Encyclopedia of Jazz, do crítico Leonard Feather. Depois de "Colors", viriam mais três LPs: Sweet Lucy (1977), Don't Ask My Neighbors (1978) e Till Tomorrow Comes (1979). Assim, se consagra como compositor e instrumentista.

Inventou um instrumento: o Souzabone, um trombone em dó com quatro válvulas, com maiores recursos que as tradicionais em si bemol com três válvulas. Ele desenhou e encomendou o instrumento, que vem utilizando a partir de seu LP Don't Ask My Neighbors. Entre os prêmios que recebeu nos EUA está o título de cidadão honorário de Atlanta, Geórgia. Em 1979, foi classificado pelo terceiro ano consecutivo entre os cinco melhores trombonistas de jazz, pelos leitores da revista Down Beat e considerado o número um, pelos da New York City Jazz Magazine.

O seu novo trabalho lançado pela gravadora Biscoito Fino, o CD Jazzmim, foi gravado em Curitiba, com o grupo Natocaia. O lançamento foi em 2006. Desde então, se reveza para shows entre seis meses na França e os outros seis no Brasil.

ATRAÇÕES DA 3ª NOITE: 16 de novembro

20h30: Pianista André Mehmari.

21h40: Grupo Argentino Escalandrum, com Daniel Piazzolla.

20h30: Pianista André Mehmari.

André Mehmari é pianista, arranjador, compositor e multiinstrumentista. Detentor de vários prêmios é autor de composições e arranjos para formações orquestrais e câmera de destaque no país. A discografia já reúne cinco cds e a participação, como pianista e arranjador, em vários projetos. Nasceu em Niterói, em 22 de abril de 1977, e encontrou a música ainda na primeira infância, influenciado pela mãe, a quem assistia tocar piano na sala de casa. Aos oito anos ingressou numa escola de música em Ribeirão Preto, para onde a família havia se mudado. Nessa época, descobre o jazz e começa a estudar improvisação.

Iniciou sua carreira profissional aos 11 anos e aos 13 já integrava trios, quartetos e fazia apresentações solo em casas especializadas em jazz. A precocidade do jovem músico virou notícia na TV, jornais e revistas. Muda-se para São Paulo em 1995, para prosseguir os estudos de piano no Departamento de Música da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Paralelamente ao estudo autodidata de arranjo e composição. Assim, iniciou a fase dos prêmios e distinções. Recebeu duas vezes o Prêmio Nascente (USP-Editora Abril): na categoria Música Popular-Composição, com os temas De Sol a Sol e Capim Seco (1995), e na categoria Música Erudita-Composição, com Cinco Peças para Quatro Clarinetes e Piano, dedicada ao grupo de câmara Sujeito a Guincho (1997).

Em âmbito nacional, conquistou o primeiro lugar no Prêmio VISA de MPB Instrumental (1998), sendo amplamente elogiado pela crítica e público. É assim que grava seu primeiro disco, pela Gravadora Eldorado, ao lado do contrabaixista Célio Barros, também premiado no certame. Pouco depois, os dois se juntam ao baterista Sergio Reze e lançam o CD Odisséia (1998), baseado na improvisação total.

No território erudito, André Mehmari é compositor e arranjador prolífico e desde os 20 anos realiza peças para orquestras e balés. A convite da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, realiza a composição Enigmas para Contrabaixo e Sopros, para o concerto comemorativo dos dez anos de existência do grupo. Escreve uma peça para concerto especial da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) com a Banda Mantiqueira, sob regência de John Neschling, que se torna CD (2000). Após conquistar o primeiro lugar no concurso nacional de composição Sinfonia para Mário Covas com sua Sinfonia Elegíaca, o multiinstrumentista lança o álbum Canto (1999), onde toca cerca de vinte instrumentos musicais.

Compositor premiado, a versatilidade de André se reflete na sua atuação em diferentes situações: se apresenta nos formatos de trio, piano solo e em duo com as cantoras Mônica Salmaso e Ná Ozzetti alem de conduzir oficinas e workshops. Em duo com Ná, lançou Piano e Voz, considerado pela crítica uma obra prima. Ainda em 2005, compôs o quinteto para piano e cordas Angelus, encomendado pelo Quarteto de Cordas de São Paulo, por ocasião dos 70 anos do grupo, com o qual se apresentou como pianista. Suas composições têm sido executadas por alguns dos mais expressivos grupos de câmara e orquestrais brasileiros. Criou ainda uma música orquestral para a abertura dos Jogos Panamericanos, Rio 2007, realizada no estádio do Maracanã.

                Os críticos musicais de grandes jornais, como O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde, Folha de São Paulo, e O Globo, e até do exterior não poupam elogios a Mehmari.

(...) André Mehmari personifica a alma criativa brasileira. Isto é, sua música não tem fronteiras nem adjetivos. Tanto pode encapsular uma evolução harmônica inaudita que caminha vários séculos num arranjo de uma ária de Monteverdi quanto improvisar como o melhor dos melhores no reino do jazz e da música popular instrumental. Pilota um cravo com a mesma tranqüilidade com que escreve para orquestra (parece ter algumas décadas a mais de vida, tamanho o domínio da escrita musical). (...) é lírico como Jobim e atrevido no piano como Brad Mehldau.

João Marcos Coelho - O Estado de São Paulo

Um dos segredos mais bem guardados do Brasil.

John Stevenson, Ejazz news, Canadá

Se você aprecia pianistas contemporâneos de jazz, como Keith Jarrett ou Brad Mehldau, e ainda desconhece André Mehmari, não deixe de ouví-lo. (...) Esse jovem combina influências da música erudita com uma exuberante capacidade de improvisação. (...) Como compositor, o brilho de Mehmari não é menos intenso: fica evidente em peças como a sensível valsa "Eternamente".(...)

Carlos Calado, em Valor Econômico, sobre o CD Lachrimae

21h40: Grupo Argentino Escalandrum, com Daniel Piazzolla

O baterista e tecladista Daniel "Pipi" Piazzolla formou o Escalandrum, em 1999. O nome do grupo surgiu da combinação de escalandrún (uma espécie Argentina de tubarão, que pesca com seu pai Daniel, uma atividade familiar iniciada por seu avô Astor Piazzolla), com drum, que é tambor em inglês. Em 2000, o Escalandrum lançou seu primeiro disco, Bar Los Amigos, alcançando ótima repercussão na imprensa. Com o lançamento do segundo disco, Estados alterados, que foi apresentado com grande êxito no teatro ND Ateneo, de Buenos Aires, o grupo ganhou o título "Revelación", um dos principias prêmios da música.

Em 2004, com o cd Sexteto en Movimiento, o Escalandrum deixa de ser revelação para se confirmar como um dos melhores expoentes do jazz na Argentina. O grupo passa a integrar ritmos urbanos e ares folclóricos. Recebe o reconhecimento da La Fundación Konex, que classifica o grupo como uma das 100 figuras mais destacadas da última década na Música Popular Argentina. O quarto álbum, Misterioso, é um disco sólido, com som moderno, que incentiva convites para os mais ecléticos festivais da Argentina e do mundo.

Em junho de 2008, o sexteto edita Visiones, demonstrando uma original maturidade na composição e interpretação, criando um disco memorável dentro da cena do novo jazz argentino. Com quase 10 anos de trajetória, o Escalandrum já percorreu os principais cenários portenhos e teatros do interior da Argentina. Também já representou o país em festivais da Colômbia, Chile, Uruguai, México, Espanha, Portugal, Áustria e do Brasil. Está preparando seu quinto disco, que deverá resultar num novo giro pela Europa.

 

OFICINEIROS 2008

SOPROS: Zé Canuto

O requisitado instrumentista carioca é hoje uma revelação nacional no sopro, tanto nos saxofones como nas flautas.

 

 

PIANO e TECLADO: Marvio Ciribelli

Com passagens pelos maiores festivais de jazz do mundo, incluindo o Montreux Jazz Festival, a oficina com ele é uma oportunidade única para qualquer músico.

 

 

VIOLÃO e GUITARRA: Paulo Bellinati

Sem exagero, este é um dos maiores guitarristas de jazz no Brasil. Reconhecido internacionalmente como o maior interprete de Garoto, toca no grupo Pau Brasil.

 

 

BATERIA: Cleber Almeida

Músico da novíssima geração, mas já consagrado pelo meio, é integrante do Trio Curupira. Já tocou com Hermeto Pascoal e representa algumas das nossas maiores estrelas.

 

 

CONTRABAIXO ACÚSTICO e ELÉTRICO - Alberto Luccas

Também pertence àquele grupo de músicos excepcionais, reunindo técnica apurada e sensibiliade invejável.


 


2007 - 5o JOINVILLE JAZZ FESTIVAL

A música como instrumento de transformação

 

                O foco da 5a edição do Joinville Jazz Festival é o fomento e promoção dos jovens talentos da música instrumental. O evento, que será realizado de 23 a 25 de novembro, no palco do Centreventos Cau Hansen, privilegia os jovens nas suas apresentações, além de direcionar momentos especiais ao aprendizado e ao contato com a Música Pura, na Oficina e no Clubinho do Jazz. Os artistas convidados para encher a cidade de música são jovens de Joinville, Florianópolis, Brusque, Curitiba, São Paulo, Niterói, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. E, de acordo com o planejamento do Instituto, a partir desta 5a edição o evento inclui uma grande atração internacional, afinal, a música é uma linguagem universal.

 

 

Patrocínio da Petrobras

 

Neste ano, o 5o Joinville Jazz Festival prova sua maturidade e competência na organização ao ser aprovado no 1o Edital Petrobras de Festivais de Música, coordenado pelo Instituto Moreira Salles. Foram destinados R$ 2,5 milhões para o apoio a festivais de música que favoreçam a circulação e a divulgação da produção de todo o país, numa iniciativa do Ministério da Cultura e da Petrobras. O Joinville Jazz Festival foi um dos 24 contemplados, entre 259 concorrentes de todo o Brasil e o único de Santa Catarina.

Saiba mais sobre o 1° Edital Petrobras de Festivais de Música consultando o site www.editalfestivaisdemusica.com.br

 

Estrelas de grandeza

 

A grande estrela do 5o Joinville Jazz Festival é o criador e disseminador de uma nova técnica de tocar guitarra elétrica, o norte Americano Stanley Jordan, que irá se apresentar na Noite de Gala. Stanley é um dos guitarristas mais significativos dos últimos tempos por sua criatividade e técnica inovadora. Além dele, irão desfilar pelo palco do Centreventos artistas que despontam no cenário nacional, como Marcel Powell, exímio violonista que herdou o talento de seu pai, Baden Powell. Outro presente para a platéia será um dos mais atuantes e respeitados nomes da música instrumental brasileira: Roberto Sion, saxofonista, flautista e clarinetista. Sion é reconhecido no cenário nacional e internacional por seu trabalho de compositor, arranjador, maestro e professor. É o fundador da ULM, Universidade Livre de Música. No palco, estará à frente da Roberto Sion Big Band, com 17 músicos, a maioria jovens talentos. A big band de Sion traz piano, contrabaixo, bateria, guitarra, trombones, saxofones e trompetes tocados com a garra e entusiasmo típicos desta nova geração de instrumentistas que vem ao 5° Joinville Jazz.

 

Outra apresentação que promete impressionar é formada por músicos do BDMG Instrumental. Desde 2002, o projeto BDMG-Cultural premia jovens músicos instrumentistas, com no máximo de 25 anos, que se destacam no cenário nacional. O prêmio possibilita que os vencedores estudem e se desenvolvam sob a orientação de importantes nomes da música de Minas Gerais e do Brasil. André Rocha, Antônio Loureiro, Gustavo Figueiredo e Rodrigo Torino são alguns dos vencedores do prêmio e trazem para o 5º Joinville Jazz Festival o resultado do investimento do BDMG em jovens talentos. Também com apenas 25 anos, o acordeonista de Brusque, Bruno Moritz, irá mostrar tudo o que aprendeu com o mestre Sivuca, seu ídolo e professor. Moritz é dono de um rico estilo de tocar acordeon, pois une a beleza da música nordestina com a firmeza da música gaúcha e a técnica da música erudita, agradando aos ouvidos mais exigentes. É o único músico brasileiro patrocinado pela Roland Mundial, uma das mais importantes marcas internacionais de instrumentos musicais. Bruno vai se apresentar acompanhado pelo trio de feras Didi Maçaneiro (na percussão), Rafael Borges (na guitarra) e André Alberton (no baixo).

 

Marcante pelo número de integrantes e pela competê





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