"Gostei do teatro onde acontece o evento, é caloroso. O público recebe bem a música instrumental brasileira."
Felipe Cotta, percussionista –
"Achei o público maravilhoso. O festival já tem resistência e isto já está estabelecido. Numa próxima vez, quero fazer o último show da noite para poder tocar mais."
Alexandre Gismonti, multinstrumentista –
"O público é muito receptivo. O Joinville Jazz promove um resgate da música instrumental brasileira."
Mayo Pamplona, contrabaixista –
"O festival é muito bom para formar público. O Joinville Jazz tem uma importante continuidade. Para a cidade ele tem uma extrema importância."
Edson Santanna, pianista de Joinville que integra a Soundsca –
"São poucos que fazem o que o Joinville Jazz faz, colocando Joinville em evidência no mundo. O festival é organizado e grandes músicos tocam no evento. E o mais importante é que podemos tocar o que gostamos."
Daniel Dalcantra, trompetista Soundscape –
"O festival é muito organizado e a produção é sofisticada."
Toddy, trombonista da Soundscape –
"Admiro esta persistência do Instituto de manter o Festival. Nem grandes centros fazem o que o Instituto Joinville Jazz faz. O evento tem tudo para expandir".
Junior Galante, trompetista da Soundscape –
"O Joinville Jazz dá a oportunidade de juntar os músicos. O evento é super inteligente porque, além de trazer belos instrumentistas, também oportuniza uma verdadeira interação."
Paulo Borges Barilou, Oficineiro, baterista, Amazônia Jazz B –
"Acho ótima essa interação que o Joinville Jazz promove propondo a troca de conhecimento. O Festival é o máximo e traz músicos de excelente qualidade. Espero voltar".
Marcelo Viana, Oficineiro, guitarra, Amazônia Jazz Band –
"Joinville tem vários talentos musicais. Os alunos gostam de estudar e tem humildade com outros músicos. Este evento é importantíssimo para a música instrumental do Brasil."
Marcos Cardoso, Oficineiro, saxofone, Amazônia Jazz Band –